De Asturias a Minas Gerais, Laura possui um corpo que vibra em frequências de amor, trabalho e arte. O social é sua religião e é com sua ação, com a presença do seu traço na rua, com a expressão de seus não-seres, que ela cursa seu caminho e melhora o caminho de quem cruza com o dela.
Estes não-seres são personagens imaginativos, no entanto, reais por excelência. É possível vê-los saltitando e dançando ballet bem dentro dos olhos da Laura, quando ela olha a nós, profundamente, aos olhos - o que lhe é de costume, mesmo que seja rapidamente no corredor da UFU, durante um intervalo.
O silêncio perto dela é confortante, e parece que são nestes momentos de silêncio, que posso manifestar toda a grandeza que sinto pelo encontro de nossa amizade. No indizível ressoam pensamentos de muito amor, reconhecimento e profunda admiração.
Laura possui valores seríssimos e sua postura difere muito do típico comportamento borde e ligeiramente inconveniente de muitos espanhóis. Ela compartilha alegria com os outros, compartilha seus monstros e mesmo seus monstros são alegres. Ela é um corpo que vibra, que já andou e que anda, que extrapola as fronteiras territoriais e os limites possíveis da bondade e da coerência humana. É uma menina desperta. Assim sendo, de tanto ser é quase um não-ser neste mundo. É real por excelência. Carne de terceira de primeiro mundo, servida com pan tumaca e catuaba!
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O silêncio perto dela é confortante, e parece que são nestes momentos de silêncio, que posso manifestar toda a grandeza que sinto pelo encontro de nossa amizade. No indizível ressoam pensamentos de muito amor, reconhecimento e profunda admiração.
Laura possui valores seríssimos e sua postura difere muito do típico comportamento borde e ligeiramente inconveniente de muitos espanhóis. Ela compartilha alegria com os outros, compartilha seus monstros e mesmo seus monstros são alegres. Ela é um corpo que vibra, que já andou e que anda, que extrapola as fronteiras territoriais e os limites possíveis da bondade e da coerência humana. É uma menina desperta. Assim sendo, de tanto ser é quase um não-ser neste mundo. É real por excelência. Carne de terceira de primeiro mundo, servida com pan tumaca e catuaba!
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Sua exposição revela a auto-biografia do não-ser. Na parede da galeria, que remete a parede de uma casa de família, as fotografias de sua infância até a idade atual são interferidas pela presença de monstros coloridos, que a abraçam e a devoram - monstuitis aguda - desenhados com canetinha hidrocor. Com molduras diferentes, as imagens são dispostas de modo a recontar sua memória, que se faz coletiva, ao passo que nos identificamos também com ela e com seus mundos imaginários.
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Ao ver estel trabalho me transportei para um alpendre onde brincava de bichin com ela, antropofagicamente, fazendo a tradução afetiva da nossas línguas geográficas para a linguagem do coração! <3






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